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	<title>Tecnologia &#8211; Toninhas do Brasil</title>
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	<title>Tecnologia &#8211; Toninhas do Brasil</title>
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		<title>Alarmes em rede de pesca são usados pela primeira vez no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[toninhasdobrasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 03:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Toninhas do Brasil realizou, nesta semana, a primeira instalação de tecnologia acústica para afastamento de toninhas em redes de pesca. A iniciativa busca alternativa para redução da  mortalidade acidental de golfinho ameaçado de extinção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Toninhas do Brasil, projeto focado na conservação da toninha (<em>Pontoporia blainvillei</em>), instalou, nesta semana, os primeiros alarmes acústicos em redes de pesca no Brasil. A ação, que&nbsp; visa reduzir a mortalidade acidental da espécie, aconteceu no litoral paulista e faz parte de uma&nbsp; iniciativa inédita no país, que ocorre simultaneamente nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.</p>



<p>A toninha está classificada como criticamente em perigo de extinção na lista de espécies ameaçadas do Ministério do Meio Ambiente (MMA). A principal ameaça é a captura acidental&nbsp; na pesca (<em>bycatch</em>), ou seja, não intencional, já que as toninhas se enroscam nas redes de&nbsp; emalhe. A redução no número de animais que morrem em decorrência disso é um dos principais&nbsp; desafios à conservação da espécie. Para contribuir na solução desta problemática, o Toninhas&nbsp; do Brasil, em parceria com os pescadores, está avaliando o uso de alarmes acústicos em redes, em diferentes realidades de pesca artesanal.</p>



<p>Esses pequenos aparelhos, de em média 15 cm e 150 gramas, são movidos a bateria e quando entram em contato com a água, emitem um sinal ultrassônico. Acoplados às redes de emalhe mantem os golfinhos afastados, evitando assim o bycatch. Estes dispositivos já vêm sendo utilizados em outros países e foram testados pelo Projeto em experimentos controlados com resultados satisfatórios. Segundo o coordenador de pesquisa Renan Paitach, as toninhas se mantêm a uma distância de no mínimo 100 m do alarme ligado, com possibilidade de retornar à área poucos minutos depois da retirada da rede. “Agora nossos esforços estão direcionados a entender como irão funcionar em situações reais de pesca no Brasil, considerando aspectos operacionais e socioeconômicos”, completa o pesquisador.</p>



<p>Pescadores parceiros de cinco comunidades irão utilizar os alarmes em suas redes e&nbsp; serão acompanhados nos próximos 12 meses. Para a bióloga Marta Cremer, coordenadora geral do Toninhas do Brasil, a ação configura um grande avanço em prol da conservação da espécie, que é o foco do projeto há mais de 20 anos. “Pensar em alternativas que reduzam a captura acidental é benéfico para todos, dos animais aos pescadores, por isso essa parceria é fundamental”. Entretanto, a pesquisadora pondera que um conjunto de estratégias deve ser considerado quando se pensa na conservação da toninha, como o ordenamento pesqueiro, a educação ambiental e a comunicação, entre outras. Por meio de múltiplas atividades, o Toninhas do Brasil, que conta com a parceria da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, vem contribuindo na construção participativa de estratégias de redução das capturas acidentais de toninhas. O Toninhas do Brasil é executado pela Univille, em colaboração com a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Associação MarBrasil; e a Universidade do Estado de São Paulo (UNESP) e o Instituto&nbsp;Biopesca.</p>



<p><strong>Toninha, o golfinho invisível</strong></p>



<p>A toninha, cientificamente conhecida como <em>Pontoporia blainvillei</em>, é um pequeno golfinho endêmico do Oceano Atlântico Sul Ocidental, ocorrendo somente nas águas do Brasil, Uruguai e Argentina. De hábitos costeiros, as toninhas são encontradas em profundidades de até 50 metros, formando pequenos grupos familiares. Esta característica faz com que a espécie seja vulnerável à intensa pressão exercida pelas atividades humanas, sobretudo a pesca, que é mais intensa próximo à costa, sendo a captura acidental em redes de emalhe o principal risco à conservação da espécie. A toninha encontra-se na categoria “vulnerável”, segundo a Lista Internacional de Espécies Ameaçadas (IUCN, 2017). No entanto, no Brasil a espécie passou de “vulnerável” para “criticamente em perigo” de extinção em apenas dez anos. Entre agosto/2015 e outubro/2020 foram registradas 2.696 toninhas mortas entre os estados de SC e SP. A população total de toninhas estimada para essa porção do litoral é de menos de 7.000 indivíduos. O alto risco de seu desaparecimento somado ao comportamento da espécie, mais discreto, que não costuma saltar, tem feito muitos pesquisadores e simpatizantes chamarem a toninha de “golfinho invisível”. Tal alcunha, além de referir-se às características da espécie, lança luz à discussão do quão pouco conhecida é a toninha e o risco do seu desaparecimento antes mesmo que este quadro mude.</p>



<p><strong>Acompanhe o Projeto Toninhas do Brasil nas mídias sociais @toninhasdobrasil</strong></p>



<p><strong>Contato para entrevista:</strong></p>



<p>Naira Albuquerque (Coordenadora de Comunicação Toninhas do Brasil)</p>



<p>Telefone: (54) 99931-8004</p>



<p>E-mail: nairarosanaalbuquerque@gmail.com</p>
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		<title>Projeto usa tecnologia inovadora para a conservação de golfinho ameaçado de extinção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[toninhasdobrasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 03:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores de três estados se unem em um projeto inédito com alarmes acústicos em redes de pesca para redução de captura acidental de toninhas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A toninha (<em>Pontoporia blainvillei)</em> é o golfinho costeiro em maior risco no Brasil e está listada como criticamente em perigo de extinção na Lista de espécies ameaçadas do ICMBio. A principal ameaça à espécie é a captura acidental em redes de pesca (<em>bycatch</em>), ou seja, a captura não intencional, sendo a redução desse quadro um dos principais desafios para a conservação da espécie.</p>



<p>Para auxiliar nesta problemática, o Projeto Toninhas do Brasil, vai testar de forma inédita, em diferentes realidades de pesca artesanal, os alarmes acústicos em redes. Reunindo pesquisadores e instituições de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, os esforços de pesquisa e conservação do projeto se voltam para a realização de um projeto piloto com <em>pingers</em>. <em>Pinger</em> é o nome de um pequeno aparelho movido a bateria que, quando acoplado às redes de pesca emite um sinal ultrassônico que alerta os golfinhos da ameaça das redes, evitando assim o <em>bycatch.</em> Estes dispositivos já foram testados pelo Projeto em experimentos controlados e, de acordo com o coordenador de pesquisa Renan Paitach, apresentaram resultados satisfatórios, com grande potencial para auxiliar na conservação da toninha. “Quando o <em>pinger </em>está ligado, as toninhas se mantêm a uma distância de no mínimo 100m, e quando ele é desligado elas retornam à área poucos minutos depois. Agora nos resta entender como o pinger irá funcionar em situações reais de pesca, considerando aspectos operacionais e socioeconômicos”.</p>



<p>Nesta fase, o desafio é o acompanhamento do experimento em diferentes realidades pesqueiras artesanais ao longo da costa. De forma contínua, pescadores de cinco comunidades irão utilizar pingers em suas redes, que serão monitoradas nos próximos dois anos. Para a bióloga Marta Cremer, coordenadora geral do Toninhas do Brasil, o experimento configura um grande avanço em prol da conservação da espécie. “Desde seu surgimento, Toninhas do Brasil tem direcionado esforços na busca de alternativas para conservação, sempre levando em consideração as necessidades das comunidades locais. Quando a captura é acidental, ou seja, não desejada, pensar em alternativas que reduzam essas interações são benéficas para todos, dos animais aos pescadores”.&nbsp;</p>



<p>Entretanto, a pesquisadora pondera que medidas efetivas para a conservação da toninha não são simples e devem conciliar diferentes estratégias, como o uso de tecnologias para a redução das capturas acidentais, o ordenamento pesqueiro e outras iniciativas de políticas públicas. Tendo isto em vista, o escopo de ação do Projeto conta ainda com um diagnóstico da cadeia produtiva do pescado, arenas de diálogo com pescadores e outros atores-sociais, curso de formação para professores da primeira infância e um plano de comunicação estratégica. Se somadas todas as atividades, ao longo dos três estados, o Projeto que conta com a parceria da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, deve atender ao menos 14 comunidades e contribuir efetivamente com a construção de uma proposta participativa de mitigação das capturas incidentais de toninhas para uma pesca mais sustentável.</p>



<p><strong>Toninha, o golfinho invisível</strong></p>



<p>A toninha, cientificamente conhecida como <em>Pontoporia blainvillei,</em> é um pequeno golfinho endêmico do Oceano Atlântico Sul Ocidental, ocorrendo somente nas águas do Brasil, Uruguai e Argentina. De hábitos costeiros, as toninhas são encontradas em profundidades de até 50 metros, formando pequenos grupos familiares. Esta característica faz com que a espécie seja vulnerável à intensa pressão exercida pelas atividades humanas, sobretudo a pesca, que é mais intensa próximo à costa, sendo a captura acidental em redes de emalhe o principal risco à conservação da espécie. A toninha encontra-se na categoria “vulnerável”, segundo a Lista Internacional de Espécies Ameaçadas (IUCN, 2017). No entanto, no Brasil a espécie passou de “vulnerável” para “criticamente em perigo” de extinção em apenas dez anos.&nbsp;</p>



<p>Entre agosto/2015 e outubro/2020 foram registradas 2.696 toninhas mortas entre os estados de SC e SP. A população total de toninhas estimada para essa porção do litoral é de menos de 7.000 indivíduos. O alto risco de seu desaparecimento somado ao comportamento da espécie, mais discreto, que não costuma saltar, tem feito muitos pesquisadores e simpatizantes chamarem a toninha de “golfinho invisível”. Tal alcunha, além de referir-se às características da espécie, lança luz à discussão do quão pouco conhecida é a toninha e o risco do seu desaparecimento antes mesmo que este quadro mude.</p>



<p>Acompanhe o Projeto Toninhas do Brasil nas mídias sociais @toninhasdobrasil</p>



<p><strong>Contato para entrevista:</strong>&nbsp;</p>



<p>Marta J. Cremer (Coordenadora Geral – Projeto Toninhas)&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Telefone: (47) 3471-3816</p>



<p>E-mail: <a href="mailto:projetotoninhas@yahoo.com.br">projetotoninhas@yahoo.com.br</a>&nbsp;</p>



<p>Naira Albuquerque (Assessora de Comunicação – Projeto Toninhas)&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Telefone: (54) 99931-8004&nbsp;E-mail: <a href="mailto:nairarosanaalbuquerque@gmail.com">nairarosanaalbuquerque@gmail.com</a></p>
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		<title>Projeto usa tecnologia inovadora para a conservação de golfinho ameaçado de extinção</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 02:50:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A toninha (Pontoporia blainvillei) é o golfinho costeiro em maior risco no Brasil e está listada como criticamente em perigo de extinção na Lista de espécies ameaçadas do ICMBio.]]></description>
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<p>A toninha (<em>Pontoporia blainvillei)</em> é o golfinho costeiro em maior risco no Brasil e está listada como criticamente em perigo de extinção na Lista de espécies ameaçadas do ICMBio. A principal ameaça à espécie é a captura acidental em redes de pesca (<em>bycatch</em>), ou seja, a captura não intencional, sendo a redução desse quadro um dos principais desafios para a conservação da espécie.</p>



<p>Para auxiliar nesta problemática, o Projeto Toninhas do Brasil, vai testar de forma inédita, em diferentes realidades de pesca artesanal, os alarmes acústicos em redes. Reunindo pesquisadores e instituições de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, os esforços de pesquisa e conservação do projeto se voltam para a realização de um projeto piloto com <em>pingers</em>. <em>Pinger</em> é o nome de um pequeno aparelho movido a bateria que, quando acoplado às redes de pesca emite um sinal ultrassônico que alerta os golfinhos da ameaça das redes, evitando assim o <em>bycatch.</em> Estes dispositivos já foram testados pelo Projeto em experimentos controlados e, de acordo com o coordenador de pesquisa Renan Paitach, apresentaram resultados satisfatórios, com grande potencial para auxiliar na conservação da toninha. “Quando o <em>pinger </em>está ligado, as toninhas se mantêm a uma distância de no mínimo 100m, e quando ele é desligado elas retornam à área poucos minutos depois. Agora nos resta entender como o pinger irá funcionar em situações reais de pesca, considerando aspectos operacionais e socioeconômicos”.</p>



<p>Nesta fase, o desafio é o acompanhamento do experimento em diferentes realidades pesqueiras artesanais ao longo da costa. De forma contínua, pescadores de cinco comunidades irão utilizar pingers em suas redes, que serão monitoradas nos próximos dois anos. Para a bióloga Marta Cremer, coordenadora geral do Toninhas do Brasil, o experimento configura um grande avanço em prol da conservação da espécie. “Desde seu surgimento, Toninhas do Brasil tem direcionado esforços na busca de alternativas para conservação, sempre levando em consideração as necessidades das comunidades locais. Quando a captura é acidental, ou seja, não desejada, pensar em alternativas que reduzam essas interações são benéficas para todos, dos animais aos pescadores”.&nbsp;</p>



<p>Entretanto, a pesquisadora pondera que medidas efetivas para a conservação da toninha não são simples e devem conciliar diferentes estratégias, como o uso de tecnologias para a redução das capturas acidentais, o ordenamento pesqueiro e outras iniciativas de políticas públicas. Tendo isto em vista, o escopo de ação do Projeto conta ainda com um diagnóstico da cadeia produtiva do pescado, arenas de diálogo com pescadores e outros atores-sociais, curso de formação para professores da primeira infância e um plano de comunicação estratégica. Se somadas todas as atividades, ao longo dos três estados, o Projeto que conta com a parceria da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, deve atender ao menos 14 comunidades e contribuir efetivamente com a construção de uma proposta participativa de mitigação das capturas incidentais de toninhas para uma pesca mais sustentável.</p>



<p><strong>Toninha, o golfinho invisível</strong></p>



<p>A toninha, cientificamente conhecida como <em>Pontoporia blainvillei,</em> é um pequeno golfinho endêmico do Oceano Atlântico Sul Ocidental, ocorrendo somente nas águas do Brasil, Uruguai e Argentina. De hábitos costeiros, as toninhas são encontradas em profundidades de até 50 metros, formando pequenos grupos familiares. Esta característica faz com que a espécie seja vulnerável à intensa pressão exercida pelas atividades humanas, sobretudo a pesca, que é mais intensa próximo à costa, sendo a captura acidental em redes de emalhe o principal risco à conservação da espécie. A toninha encontra-se na categoria “vulnerável”, segundo a Lista Internacional de Espécies Ameaçadas (IUCN, 2017). No entanto, no Brasil a espécie passou de “vulnerável” para “criticamente em perigo” de extinção em apenas dez anos.&nbsp;</p>



<p>Entre agosto/2015 e outubro/2020 foram registradas 2.696 toninhas mortas entre os estados de SC e SP. A população total de toninhas estimada para essa porção do litoral é de menos de 7.000 indivíduos. O alto risco de seu desaparecimento somado ao comportamento da espécie, mais discreto, que não costuma saltar, tem feito muitos pesquisadores e simpatizantes chamarem a toninha de “golfinho invisível”. Tal alcunha, além de referir-se às características da espécie, lança luz à discussão do quão pouco conhecida é a toninha e o risco do seu desaparecimento antes mesmo que este quadro mude.</p>



<p>Acompanhe o Projeto Toninhas do Brasil nas mídias sociais <strong>@toninhasdobrasil</strong></p>
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